Não há receita para a felicidade. Mas, às vezes, conseguimos ter umas gramas deste ingrediente fundamental na nossa vida.
terça-feira, 29 de março de 2011
i'm not
sitting or waiting, but i still wishing...
quarta-feira, 23 de março de 2011
"Em tempos de crise...
Há quem chore e há quem venda lenços"
terça-feira, 22 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
7 coisas: o primeiro selo deste blogue.
Obrigada V.
Fui taggada por ti para esta pequena brincadeira, mas digo desde já que vou fazer batotice, ah pois vou :)
1. Desde que me conheço que sou insegura (mas tenho feito todos os esforços para mudar isso :)
2.Adoro cozinhar.
3.Já não me considero forreta, mas continuo extremamente poupada.
4.Adoro entrar em retrosarias e sair de lá com autênticas preciosidades.
5.Adoro os amigos, mas odeio estar longe geograficamente da maioria deles.
6.Adora uma tarde de chuva, esticada no sofá, em boa companhia, a ver um filme (mas não me lembro da última vez que o fiz)
7. Sou uma sonhadora.
Agora vem a parte da batotice. Porque vou apenas escolher dois blogues que tenho seguido ultimamente e que gosto muito :)
http://omeuplacebo.blogspot.com/
http://estebomfeeling.blogspot.com/
sexta-feira, 4 de março de 2011
As coisas caseiras
A minha avó cozinha muito bem. Todos o dizem. Mas cozinha sempre as mesmas coisas. Os pratos mais típicos, mais calóricos e colesterólicos.
A minha mãe cozinha bem. Faz de tudo. Coisas simples e práticas do dia-a-dia e pratos mais pomposos de vez em quando.
Eu, na minha modesta opinião, não cozinho mal. Adoro cozinhar. Adoro descobrir uma nova receita e experimentar.
Uma das coisas que me dá mais prazer fazer são salgadinhos, aperitivos e pão. A minha avó tem um forno a lenha que no Inverno está sempre acesso, e em criança ajudava-a sempre a fazer pão.
E assim nasceu o meu fascínio por ter uma máquina do pão. No Natal passado ofereceram-me uma. O que dizer... Já foi para a garantia 2 vezes e tem sido o meu maior desgosto porque deve ter algum problema na resistência que o pão não coze.
Então, frustrada, fui a casa da minha avó, acendi o forno a lenha e pus-me a fazer pão. Amassar o pão, pô-lo a levedar, sentir o cheirinho do pão no forno e provar a côdea tostadinha..hmmm...Foram sensações que nunca senti com a minha máquina do pão.
E voilá, a minha focaccia :)
A minha mãe cozinha bem. Faz de tudo. Coisas simples e práticas do dia-a-dia e pratos mais pomposos de vez em quando.
Eu, na minha modesta opinião, não cozinho mal. Adoro cozinhar. Adoro descobrir uma nova receita e experimentar.
Uma das coisas que me dá mais prazer fazer são salgadinhos, aperitivos e pão. A minha avó tem um forno a lenha que no Inverno está sempre acesso, e em criança ajudava-a sempre a fazer pão.
E assim nasceu o meu fascínio por ter uma máquina do pão. No Natal passado ofereceram-me uma. O que dizer... Já foi para a garantia 2 vezes e tem sido o meu maior desgosto porque deve ter algum problema na resistência que o pão não coze.
Então, frustrada, fui a casa da minha avó, acendi o forno a lenha e pus-me a fazer pão. Amassar o pão, pô-lo a levedar, sentir o cheirinho do pão no forno e provar a côdea tostadinha..hmmm...Foram sensações que nunca senti com a minha máquina do pão.
E voilá, a minha focaccia :)
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Das 1000001 coisas que quero fazer antes de morrer...
...uma delas sempre foi ficar acordada uma noite na vida em frente à tv a ver os Óscares.Mas ainda não foi desta.
Todos os anos penso, vai ser este ano, mas depois lembro-me que na manhã seguinte, ao acordar basta ligar a tv, a rádio ou a Internet para ver o resumo rápido de quem venceu e quem "foi vencido", por isso para quê ficar ali tempos infinitos a perder uma noite?
Mas continuo a acreditar que uma noite dos Óscares vou ter insónias e vou ver a gala do principio até ao fim :)
Todos os anos penso, vai ser este ano, mas depois lembro-me que na manhã seguinte, ao acordar basta ligar a tv, a rádio ou a Internet para ver o resumo rápido de quem venceu e quem "foi vencido", por isso para quê ficar ali tempos infinitos a perder uma noite?
Mas continuo a acreditar que uma noite dos Óscares vou ter insónias e vou ver a gala do principio até ao fim :)
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Todos os dias, ou quase todos os dias, tiro uns minutos para ver uma série de blogues que gosto. Ultimamente essa lista tem aumentado a olhos vistos. Alguns são de amigos, outros de inspiração para o trabalho, o meu dia ou até a minha vida.
Nos últimos dias tenho prestado especial atenção a um deles, porque gosto muito de preparar festas, jantares com amigos, aniversários em familia e as seguintes imagens têm me posto a sonhar com festas "a valer". E um dia vou ter um filhote só para lhe fazer uma festa destas.
Não são fantásticas estas decorações?
Nos últimos dias tenho prestado especial atenção a um deles, porque gosto muito de preparar festas, jantares com amigos, aniversários em familia e as seguintes imagens têm me posto a sonhar com festas "a valer". E um dia vou ter um filhote só para lhe fazer uma festa destas.
Não são fantásticas estas decorações?
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
a-do-ro
Receber prendas feitas manualmente pela pessoa que mas oferece.
Gosto muito mais do que receber uma camisola da moda da marca X ou qualquer outra coisa.
Tenho guardados todos os cartões, postais, cds, vídeos que os meus amigos e namorado me fizeram. São surpresas que nunca se esquecem!
Por isso, e como o dia dos namorados está àporta, encontrei algumas sugestões de coisas simples mas giras e com sentimento para se oferecer à pessoa amada :)
Digam lá que não são boas ideias?
E outra sugestão que me rendeu por completo ( aqui )
Gosto muito mais do que receber uma camisola da moda da marca X ou qualquer outra coisa.
Tenho guardados todos os cartões, postais, cds, vídeos que os meus amigos e namorado me fizeram. São surpresas que nunca se esquecem!
Por isso, e como o dia dos namorados está àporta, encontrei algumas sugestões de coisas simples mas giras e com sentimento para se oferecer à pessoa amada :)
Digam lá que não são boas ideias?
E outra sugestão que me rendeu por completo ( aqui )
Coisas que gosto...
Casamentos!
Bem sei que 90% das pessoas odeia. Sente arrepios cada vez é convidado para algum.
Pois que eu perdi a conta aos casamentos que fui. Desde adolescente que vou e sem ser convidada.
Penetra ou fura-casamentos? Nãaaaa. Sempre em trabalho. Mas é um trabalho que me dá um prazer especial e por isso estou sempre atenta e "papo" todos os blogues e sites de organização e decoração de casamentos que há ( embora a minha área seja outra)
Por isso não fiquei indiferente a este convite de casamento, porque gosto de tudo o que é diferente, único e especial. Não é o meu favorito de sempre ( uiiiii nem consigo escolher os melhores 50 ) mas gosto de ver cores e estilos diferentes, porque todos nós somos diferentes e a imaginação é o limite :)
Bem sei que 90% das pessoas odeia. Sente arrepios cada vez é convidado para algum.
Pois que eu perdi a conta aos casamentos que fui. Desde adolescente que vou e sem ser convidada.
Penetra ou fura-casamentos? Nãaaaa. Sempre em trabalho. Mas é um trabalho que me dá um prazer especial e por isso estou sempre atenta e "papo" todos os blogues e sites de organização e decoração de casamentos que há ( embora a minha área seja outra)
Por isso não fiquei indiferente a este convite de casamento, porque gosto de tudo o que é diferente, único e especial. Não é o meu favorito de sempre ( uiiiii nem consigo escolher os melhores 50 ) mas gosto de ver cores e estilos diferentes, porque todos nós somos diferentes e a imaginação é o limite :)
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Nomes tugas pois claro!
Eu, que não sou pessoa de criticar nem fazer juízos de valor (vá, de quem não conheço e sempre pela frente) fiquei abismada com o nome do rebento da Luciana Abreu e do Djaló.
Pois que os meus pais tiveram um trabalhão a provar que o meu nome é português, porque os senhores do registo teimavam que não, que não era português, e 24 anos depois tudo é possível.
Pessoalmente Lyonce Viiktórya é nome que não me agrada lá muito mas se os pais da criança o escolheram, Lyonce Viiktórya nome português será!
Pois que os meus pais tiveram um trabalhão a provar que o meu nome é português, porque os senhores do registo teimavam que não, que não era português, e 24 anos depois tudo é possível.
Pessoalmente Lyonce Viiktórya é nome que não me agrada lá muito mas se os pais da criança o escolheram, Lyonce Viiktórya nome português será!
sábado, 15 de janeiro de 2011
Lembro-me de História ser a minha disciplina favorita. Aquela que me despertava mais interesse, que me fazia querer ler o livro e saber mais, bem, pelo menos até ao secundário.
Lembro-me também de preferir a História de Portugal. Delirava. Então quando o tema era os Descobrimentos... Lembro-me de gostar tanto que o meu avô, que sabia a História de Portugal como nenhuma professora que tive me soube ensinar, me ofereceu um pequeno livro dos Descobrimentos.
Um pequeno livro em forma de desdobrável com todas as conquistas de Portugal e as suas datas. E com ilustrações soberbas.
No auge dos meus 8, 9 anos, delirava com o facto de Portugal, o meu país, ter tido homens tão corajosos, guerreiros destemidos, que deram tudo o que tinham pelo seu país. Enchia-me de orgulho ser Portuguesa.
Cresci, e deixei de viver no "período das vacas gordas" como tantas vezes ouvi falar. Vi demasiados telejornais (ou não quisesse eu na adolescência ser jornalista) e comecei a aperceber-me que as coisas começavam a correr mal.
Mas tive fé. Continuei com os meus sonhos. E hoje pergunto-me: Para quê? Onde está o meu orgulho no meu país?
Não tenho.
Não o perdi hoje, nem ontem. Perdi-o à medida em que deixaram de acreditar em mim. Em que comecei a ver pessoas a sair do país para sobreviver. A cada vez que ligo a televisão e vejo pessoas a agitar bandeiras e bater palmas em comícios políticos.
E penso que tenho 24 anos. Nos sacrifícios pessoais que fiz. Que os meus amigos fizeram. E sinto uma enorme revolta interior. Revolta pela falta de futuro. Pelos trabalhos precários. Pelos sonhos e objectivos adiados.
Por tanta coisa que ficava aqui uma semana inteira a falar.
Mas continuo a lutar e a arriscar.
Porque não acredito no país mas acredito nas pessoas que me rodeiam. E são elas que me fazem continuar!
Lembro-me também de preferir a História de Portugal. Delirava. Então quando o tema era os Descobrimentos... Lembro-me de gostar tanto que o meu avô, que sabia a História de Portugal como nenhuma professora que tive me soube ensinar, me ofereceu um pequeno livro dos Descobrimentos.
Um pequeno livro em forma de desdobrável com todas as conquistas de Portugal e as suas datas. E com ilustrações soberbas.
No auge dos meus 8, 9 anos, delirava com o facto de Portugal, o meu país, ter tido homens tão corajosos, guerreiros destemidos, que deram tudo o que tinham pelo seu país. Enchia-me de orgulho ser Portuguesa.
Cresci, e deixei de viver no "período das vacas gordas" como tantas vezes ouvi falar. Vi demasiados telejornais (ou não quisesse eu na adolescência ser jornalista) e comecei a aperceber-me que as coisas começavam a correr mal.
Mas tive fé. Continuei com os meus sonhos. E hoje pergunto-me: Para quê? Onde está o meu orgulho no meu país?
Não tenho.
Não o perdi hoje, nem ontem. Perdi-o à medida em que deixaram de acreditar em mim. Em que comecei a ver pessoas a sair do país para sobreviver. A cada vez que ligo a televisão e vejo pessoas a agitar bandeiras e bater palmas em comícios políticos.
E penso que tenho 24 anos. Nos sacrifícios pessoais que fiz. Que os meus amigos fizeram. E sinto uma enorme revolta interior. Revolta pela falta de futuro. Pelos trabalhos precários. Pelos sonhos e objectivos adiados.
Por tanta coisa que ficava aqui uma semana inteira a falar.
Mas continuo a lutar e a arriscar.
Porque não acredito no país mas acredito nas pessoas que me rodeiam. E são elas que me fazem continuar!
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