segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

a-do-ro

Receber prendas feitas manualmente pela pessoa que mas oferece.
Gosto muito mais do que receber uma camisola da moda da marca X ou qualquer outra coisa.
Tenho guardados todos os cartões, postais, cds, vídeos que os meus amigos e namorado me fizeram. São surpresas que nunca se esquecem!
Por isso, e como o dia dos namorados está àporta, encontrei algumas sugestões de coisas simples mas giras e com sentimento para se oferecer à pessoa amada :)

Digam lá que não são boas ideias?


E outra sugestão que me rendeu por completo ( aqui )

Coisas que gosto...

Casamentos!
Bem sei que 90% das pessoas odeia. Sente arrepios cada vez é convidado para algum.
Pois que eu perdi a conta aos casamentos que fui. Desde adolescente que vou e sem ser convidada.
Penetra ou fura-casamentos? Nãaaaa. Sempre em trabalho. Mas é um trabalho que me dá um prazer especial e por isso estou sempre atenta e "papo" todos os blogues e sites de organização e decoração de casamentos que há ( embora a minha área seja outra)

Por isso não fiquei indiferente a este convite de casamento, porque gosto de tudo o que é diferente, único e especial. Não é o meu favorito de sempre ( uiiiii nem consigo escolher os melhores 50 ) mas gosto de ver cores e estilos diferentes, porque todos nós somos diferentes e a imaginação é o limite :)




quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Nomes tugas pois claro!

Eu, que não sou pessoa de criticar nem fazer juízos de valor (vá, de quem não conheço e sempre pela frente) fiquei abismada com o nome do rebento da Luciana Abreu e do Djaló.
Pois que os meus pais tiveram um trabalhão a provar que o meu nome é português, porque os senhores do registo teimavam que não, que não era português, e 24 anos depois tudo é possível.
Pessoalmente Lyonce Viiktórya é nome que não me agrada lá muito mas se os pais da criança o escolheram, Lyonce Viiktórya nome português será!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Lembro-me de História ser a minha disciplina favorita. Aquela que me despertava mais interesse, que me fazia querer ler o livro e saber mais, bem, pelo menos até ao secundário.
Lembro-me também de preferir a História de Portugal. Delirava. Então quando o tema era os Descobrimentos... Lembro-me de gostar tanto que o meu avô, que sabia a História de Portugal como nenhuma professora que tive me soube ensinar, me ofereceu um pequeno livro dos Descobrimentos.
Um pequeno livro em forma de desdobrável com todas as conquistas de Portugal e as suas datas. E com ilustrações soberbas.
No auge dos meus 8, 9 anos, delirava com o facto de Portugal, o meu país, ter tido homens tão corajosos, guerreiros destemidos, que deram tudo o que tinham pelo seu país. Enchia-me de orgulho ser Portuguesa.
Cresci, e deixei de viver no "período das vacas gordas" como tantas vezes ouvi falar. Vi demasiados telejornais (ou não quisesse eu na adolescência ser jornalista) e comecei a aperceber-me que as coisas começavam a correr mal.
Mas tive fé. Continuei com os meus sonhos. E hoje pergunto-me: Para quê? Onde está o meu orgulho no meu país?
Não tenho.
Não o perdi hoje, nem ontem. Perdi-o à medida em que deixaram de acreditar em mim. Em que comecei a ver pessoas a sair do país para sobreviver. A cada vez que ligo a televisão e vejo pessoas a agitar bandeiras e bater palmas em comícios políticos.
E penso que tenho 24 anos. Nos sacrifícios pessoais que fiz. Que os meus amigos fizeram. E sinto uma enorme revolta interior. Revolta pela falta de futuro. Pelos trabalhos precários. Pelos sonhos e objectivos adiados. 
Por tanta coisa que ficava aqui uma semana inteira a falar.
Mas continuo a lutar e a arriscar.
Porque não acredito no país mas acredito nas pessoas que me rodeiam. E são elas que me fazem continuar!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011